Curiosidade e medo de falhar são algumas
justificativas para o hábito que arrisca a saúde
O uso de medicamentos sem indicação médica para
melhorar o desempenho sexual faz parte do cotidiano de um em cada cinco homens
entre 20 e 35 em São Paulo.
A alarmante estatística foi encontrada em um
levantamento inédito do ambulatório de sexualidade do Centro de Referência em
Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, na zona sul da
capital paulista.
Na hora da consulta, aponta o estudo, as eplicações
não variam muito: curiosidade, vontade de melhorar o desempenho sexual e,
claro, o medo de falhar na “hora H;







